Quem sou eu

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sorry, but do not accept the rules of society.

sábado, 4 de dezembro de 2010

É chegado o dia em que a gente vai parar de fazer as coisas pela metade, para fazê-las de verdade. Não mais direi meias-palavras, muito menos acreditarei em meias-verdades. Eu quero a verdade por inteiro, e quero que ela seja dolorida, se tiver que ser, ou prazeirosa, ou como eu bem quiser - mas que seja de verdade!
Eu tenho meus sonhos, e trabalho muito para que eles aconteçam, mas não sou capaz de planejar com tanta exatidão o meu futuro. Prefiro sair tocando e colhendo os frutos desse trabalho.
- “Volto a dizer: saudade não é vazio, é presença. Presença de algo que não está mais ali.”
-“Sonho em beijar a tela do meu monitor e encontrar na minha boca, não o vidro, mas o teu amor.”
-“Meus dias tem queimado como cigarro, especialmente depois que nos conhecemos. Mas agora, eu só sinto sua falta.”
-“Dentro de você um sentimento escondido. com medo de saber se é ou não correspondino. E assim eu enterro tudo que eu puder amar. no seu jardim já que as flores não nasceram desde que você se foi.”
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Cada um tem o conceito que quiser sobre estilos musicais. Na real, esse é o papo mais chato que há. Quanto ao mau humor, punheta melhora
"Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida."

Eu sou um pouco de solidão um pouco de negligência, um punhado de reclamações. Mas eu não posso evitar o fato de que todos podem ver essas cicatrizes.